quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Introdução à Topologia no Plano

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Autora: Esther Grossi
Editora: Independente
Ano: 2013
Páginas: 263
Gênero: Educacional

Resenha por: Leila
Nota: ★★★★ + 

Introdução à Topologia do Plano é uma gostosura de leitura. Certamente, vai divertir e ensinar ao mesmo tempo, Vai ensinar idéias muito interessantes sobre o espaço, a partir de uma ótica nova, ou seja, a das propriedades mais geais das proporções do plano. É por elas que as crianças fazem duas primeiras tentativas de compreender e de dominar o ambiente que as cerca. A topologia aplicada ao estudo do espaço é uma inovação teórica, mas com efeitos muito úteis sobre a prática. É um bom enriquecimento ao universo cultural e científico das gerações deste terceiro milênio.



Este livro de Esther Pillar Grossi é simplesmente genial!
Sua leitura é completamente diferente das tradicionais, pois considera aprendizagens anteriores.
Ele parte de atividades ou noções bem básicas da Topologia do Plano e ao final sempre há uma questão com duas opções: se você acerta, o livro lhe direciona a uma página que traz outros conceitos ou atividades, mas se você erra, ele lhe direciona a outra página que lhe faz repensar suas hipóteses e depois, novamente, vem outra questão com duas opções, até que você perceba que sua hipótese inicial não era boa e construa novos conhecimentos.
Praticamente todas as atividades ou noções vêm com ilustrações para auxiliar a compreensão e sua linguagem é bem acessível. Não é necessário ser professor ou professora de Matemática para compreender as questões trabalhadas no livro.
Nele encontraremos reflexões sobre o espaço, o plano, sólidos, faces da superfície que delimitam um sólido, linhas, como parte do plano, fronteiras abertas e fechadas, fronteiras simples e não simples, conexas ou desconexas, regiões, número de regiões, além de trazer sugestões de atividades didáticas.
No seu apêndice tem uma pequena explanação sobre Estrutura Topológica, Fechado, Interior e Fronteira de um Conjunto, num Espaço Topológico.
Um livro agradável e acessível que você vai adorar!



sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

As Mil e Uma Equações

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Autora: Ernesto Rosa
Editora: Atica
Ano: 2009
Páginas: 64
Gênero: Juvenil

Resenha por: Leila
Nota★★★★ + 

Depois de escapar de ladões assassinos e enfrentar o deserto, três jovens árabes, Kmal, Najila e Ahmed, descobrem um complô para matar emir, por quem sentiam gratidão eterna - sem ele, os três irmãos teriam virado comida de abutre. Por obra de Alá, um fato inesperado vem ajuda-los: a disputa entre dois príncipes pela mão da princesa. O simpático matemático do emir bola quebra-cabeças para tirar o vilão da jogada. Ganha aquele que for mais forte e inteligente.

Descobri este livro quando pesquisava maneiras diferentes de estimular o estudo de Equações , na sala de aula.
Ele é excelente, inclui problemas e desafios, através de uma aventura vivida pelos personagens Kamal, Najla e Admed, no deserto, no século IX.
Sua linguagem é simples e atraente e contem vários desenhos e ilustrações coloridas, que auxiliam o entendimento do mesmo. Aborda resumos de conceitos, dicas e curiosidades matemáticas e no final há um mini almanaque e um encarte com atividades e desafios.
Durante suas aventuras no deserto, Kamal, Najla e Admed escapam de ladrões e conhecem Omar ibn-Sinan, uma matemático de grande reputação, que fazia parte da caravana do emir Mustafa al-Malik. Omar os desafiou a resolver “quebra-cabeças” e problemas. É aí que encontramos questões as quais podem ser resolvidas através do raciocínio lógico, da regra de três, da percepção visual, dos sistemas de equações, das equações do 2º grau, inclusive, ele explica como “surgiu” a sua fórmula.
Na parte final do livro a mão da princesa é disputada por dois príncipes, sendo que um deles era mal intencionado. O matemático do emir sugere alguns desafios matemáticos para eliminar o vilão da disputa. E então Kamal, Najla e Admed, têm a chance de retribuir a ajuda que o emir lhes deu, pois poderiam ajudar nesta competição para que sua filha fizesse um bom casamento.
Leiam o livro e descubram o final desta história, que surpreenderá vocês!

sábado, 4 de maio de 2013

Dia Nacional da Matemática

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O Dia Nacional da Matemática é comemorado em 6 de maio, de acordo com Lei aprovada pelo congresso Nacional em 2004, de autoria da Deputada Professora Raquel Teixeira. A escolha desse dia tem como motivação a data de nascimento do professor Julio César de Mello e Souza, mais conhecido como Malba Tahan.


Malba Tahan  era o pseudônimo do professor de matemática Julio César de Mello e Souza, nascido no Rio de Janeiro no dia 6 de maio há 110 anos. Ele é o autor de um dos maiores sucessos literários de nosso país, o romance O Homem que Calculava, já traduzido em doze idiomas.

Embora tenha publicado ao longo de sua vida cerca de 120 livros sobre Matemática Recreativa, Didática da Matemática, História da Matemática e Literatura Infanto-juvenil, atingindo tiragem de mais de dois milhões de exemplares, pouca gente sabe que ele era brasileiro.

Devemos aproveitar essa data para divulgar a Matemática como parte do patrimônio cultural da humanidade mostrando que a Matemática foi criada e vem sendo desenvolvida pelo homem em função de necessidades sociais. Devemos, nessa oportunidade, divulgar a Matemática como área do conhecimento humano, sua história, suas aplicações no mundo contemporâneo, sua ligação com outras áreas do conhecimento e, principalmente, buscar derrubar mitos de que a matemática é muito difícil sendo acessível apenas aos "talentosos". Precisamos erradicar a idéia de que a Matemática é um "bicho-papão", uma disciplina sem vida que só exige dos estudantes memorização de fórmulas e treinamento.

  Trabalhando as obras de Malba Tahan  é possível mostrar aos estudantes que a Matemática pode ser uma divertida e desafiante aventura podendo ser trabalhada de forma dinâmica e criativa.

As revistas Nova Escola - maio de 2005 (Editora Abril), Revista Educação - nº95 / março de 2005 (Editora Segmento) e a Educação Matemática em Revista - nº 16 / 2004 (publicada pela SBEM) trouxeram interessantes reportagens sobre Malba Tahan.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Jogo da Bandeja

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Jogo da Bandeja
                Cada grupo receberá uma bandeja de papelão, pintada como no desenho abaixo, e um pote com feijões.
                Os estudantes irão combinar quem será o primeiro e em qual ordem cada um irá jogar.
                Na sua vez, o estudante irá jogar um punhado de feijões dentro da bandeja, observar em que região caiu para calcular seus pontos. Eles devem somar os feijões que caírem numa região com o sinal +, pois vão ganhar o número correspondente de pontos, mas vão descontar os que caíram em uma região com o sinal de -, pois perderão o número correspondente de feijões, em pontos.
                Ganha quem fizer mais pontos após a 3ª rodada.
                OBS: Aqui podemos trabalhar a questão da propriedade do cancelamento.





Ficha Didática do Jogo da Bandeja dos Sinais:

            Um aluno, após jogar os feijões, ficou com a bandeja assim:
                Escreve uma expressão numérica que representa esta situação e resolve-a, para determinar seu resultado:
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                Outro aluno, após jogar os feijões, ficou com a bandeja assim:
                Escreve uma expressão numérica que representa esta situação e resolve-a, para determinar seu resultado:
___________________________________________________________________________________

Atividades elaboradas por Leila de Souza Mello