segunda-feira, 27 de abril de 2015

Reflexões sobre a transição do 5º para o 6º ano

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Vale a pena assistir a este vídeo, que contém algumas reflexões sobre a transição do 5º para o 6º ano.
Os professores, através do diálogo proporcionado numa formação continuada, conversaram sobre suas dificuldades e as lacunas que perceberam nos seus cursos de formação e a partir daí pensaram sobre algumas estratégias e trocaram seus saberes.

https://www.youtube.com/watch?v=mdQmD1YhiWI





quarta-feira, 22 de abril de 2015

Quando usar o Material Dourado, Ábaco ou outro recurso?

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Muitas vezes não sabemos qual é o material mais adequado para utilizarmos em sala de aula e facilitar a compreensão da construção do número e do Sistema de Numeração Decimal pelos estudantes.
Alguns estudiosos concluíram que, enquanto o sujeito ainda não conserva a quantidade, o mais apropriado é fornecer materiais não-estruturados, como palitos, tampinhas, canudos, entre outros. Questioná-los se imaginam uma estratégia para não se perderem na contagem e estimular a formação de grupos como facilitadora do processo,  também é necessário. Deixar que pensem na vantagem de todos os grupos terem a mesma quantidade e depois chegar na construção de grupos de 10, pela prática tão usual da utilização dos dedos das mãos em cálculos e mesmo em contagens.
O material dourado é estruturado, por isto é mais adequado a partir do momento em que o estudante já tem a conservação de quantidade, pois de que adianta mostrar a barrinha se a cada momento é necessário que ele verifique se ela contém mesmo 10 unidades? 
Fazendo todo este percurso, o estudante compreenderá melhor o número e suas operações, mas o nosso Sistema de Numeração Decimal é muito complexo e ainda será necessário perceber o valor posicional, pois quando estamos falando de grupos, tanto faz dizer 2 grupos e um solto ou um solto e 2 grupos, mas na hora da escrita, 21 é diferente de 12... Então precisam incorporar vários conceitos, não é tão simples e fica mais difícil se dissermos que é assim porque é! Precisamos que eles re-construam, para que compreendam. 
O Ábaco é recomendado após entenderem bem estas posições, pois precisam enxergar 1 conta no pino das dezenas e entender que aquela conta, naquela posição, significa que tenho 10 unidades. E isto é muito complexo e abstrato para os estudantes, principalmente nos primeiros anos do Ensino Fundamental.  
Na reportagem abaixo, mais algumas reflexões:

segunda-feira, 13 de abril de 2015

O que fazer primeiro?

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Autor: Luzia Faraco Ramos
Editora: Ática
Ano: 2001
Páginas: 64
Gênero: Paradidático- Infanto-Juvenil
Resenha por: Leila
Nota: ★★★ + 
Verão. Praia. Filipe, Nice e Rafa conhecem Zito e Marisa. Estão de férias e têm um mês inteiro de diversão pela frente. A turma participa de um campeonato de surfe, de um torneio de vôlei e de um programa de incentivo à pesquisa. Que tema escolher? Inventar uma música? Ou uma peça? Será que eles vão ganhar todas essas competições? Com tanta disputa, a amizade entre eles vai ficar mais forte ou criar problemas? "O que fazer primeiro?" é um livro da série A descoberta da Matemática. Esta coleção desenvolve conteúdos matemáticos do 6º ao 9º anos em histórias para o leitor adolescente.

Você conhece este livro? Algum dia, já precisou resolver uma expressão numérica na escola? Lembra-se de como se resolve? O que deve ser feito primeiro? E já se perguntou por que deve ser feito assim?
Garanto que ao ler este livro, você vai entender como se resolve uma expressão numérica e por que algumas operações devem ser realizadas antes de outras. Talvez você se pergunte: por que não me explicaram assim, quando estava na escola? Normalmente, o que não entendemos e apenas decoramos, torna-se pesado, cansativo e logo esquecemos, pois não conseguimos entender sua utilidade. Aqui você vai entender, pois as expressões são criadas a partir de fatos que os jovens estão vivenciando, não são apenas números ligados por sinais, mas são representações de situações que ocorreram, portanto são significativas. Além disto, as expressões vão sendo descobertas por jovens, que estão em férias e participam de um campeonato de surfe, de um torneio de vôlei e de um programa de incentivo à pesquisa. Eles discordam, paqueram, aprendem. Será que ganham  todas estas competições? Ou será que terão que aprender a perder? É uma história muito envolvente. Tenho certeza que seus jovens estudantes irão adorar! 
Por tudo isto, é um ótimo livro para ser trabalhado com sua turma. A história é ilustrada com desenhos coloridos, inclui resumos dos conceitos matemáticos, dicas e curiosidades sobre a matemática, num mini almanaque, e um encarte com atividades e desafios.
Aproveite!

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Frações sem mistérios

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Autor: Luzia Faraco Ramos
Editora: Ática
Ano: 2001
Páginas: 112
Gênero: Paradidático- Infanto-Juvenil
Resenha por: Leila
Nota: ★★★ + 
Paixões não reveladas, um misterioso carro preto que aparece em todos os lugares, movimentos estranhos numa chácara abandonada... essas são algumas das aventuras vividas por Lino, Alice, Taís e Beto enquanto aprendem os conceitos de frações. Frações sem mistérios é um livro da série A descoberta da Matemática. Esta coleção desenvolve conteúdos matemáticos do 6º ao 9º anos em histórias para o leitor adolescente.

Adorei Frações sem mistérios! Ele conta especialmente a história de Lino e seus amigos.
Lino é um jovem que, além de estudar, trabalha com seu tio numa pizzaria. Desconfia que um misterioso carro preto o segue quando sai do trabalho e retorna a sua casa. Quem teria interesse de o seguir? O que queriam dele? Também mostra o caso de uma chácara que estava abandonada, mas de repente a turma começa a ver luzes acesas, fumaça na chaminé e ficam intrigados com isto! Fantasma ou invasão? E o que será mais assustador? E é claro, também narra paixões não correspondidas e começo de namoro. E quem não aprecia um romance?
Mas, o mais legal é a metodologia usada pelo professor de matemática, o Daniel. A turma toda é apaixonada por ele! Daniel faz com que os estudantes sejam "autores do saber". Ele contextualiza os conteúdos, associa-os com o dia a dia, provoca e orienta os estudantes, que acabam redescobrindo os conteúdos de matemática. Eles compartilham suas conclusões, testam hipóteses e comemoram muito a cada nova descoberta! O problema é que um trabalho assim, acaba saindo do tradicional, chama a atenção e causa um barulho... Por conta disso, o diretor da Escola o adverte, mas como ele acredita no seu método de ensino e percebe os excelentes resultados, resolve continuar a desenvolver seu trabalho. Mas tudo tem um preço... E Daniel é demitido. O que você pensa que vai acontecer na Escola? Os estudantes irão se conformar com a decisão do diretor? Será possível reverter esta situação?
Um ótimo livro para ser trabalhado com sua turma. A história é ilustrada com desenhos coloridos, inclui resumos dos conceitos matemáticos, dicas e curiosidades sobre a matemática, num mini almanaque, e um encarte com atividades e desafios.
Aproveite!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Aventura decimal

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Autor: Luzia Faraco Ramos
Editora: Ática
Ano: 2001
Páginas: 120
Gênero: Paradidático- Infanto-Juvenil
Resenha por: Leila
Nota: ★★★ + 
Paulo é craque no futebol. Só que machucou o tornozelo e saiu do campeonato. O que não dava para imaginar é que, por causa disso, a aventura seria muito maior. Ele vai parar na Terra do Povo Pequeno, onde conhece uma garota misteriosa interessada em números decimais. Paulo também encontra uma amiga do colégio - ele queria namorar com ela, mas não conseguia vencer a timidez. Como se não bastasse, o trapaceiro Ogirep coloca os garotos na maior confusão. Aventura decimal é um livro da série A descoberta da Matemática. Esta coleção desenvolve conteúdos matemáticos do 6º ao 9º anos em histórias para o leitor adolescente.

Aventura decimal é um livro excelente para trabalhar nos 5º e 6º anos, pois conta a história de Paulo, um menino que foi adotado, que é craque no futebol e gosta de uma menina branca, mas pensa que ela não vai se interessar por ele por causa de sua cor... Só nesta primeira perspectiva, já observamos que podemos trazer para a reflexão questões como: rejeição e adoção, preconceito racial e auto-estima e a relação entre algumas profissões e a questão racial, os preconceitos e a dificuldade de acesso ao estudo universitário.
Você concorda que devemos abordar, refletir e discutir com os estudantes assuntos como estes?
Mas este livro, vai além. Ele traz um pouco da vida de Paulo, das aventuras vividas por ele ao descobrir os mistérios de uma terra nova: a Terra do Povo Pequeno, narrando aventuras e perigos provocados por Ogirep. Um livro que traz a fantasia e o imaginário.
Mas, também aborda os números decimais, associando-os com as frações decimais, tudo de uma maneira bem acessível, usando o material dourado para que o leitor possa visualizar a representação das quantidades e a realização das quatro operações fundamentais: adição, subtração, multiplicação e divisão.
Um ótimo livro para ser lido e trabalhado com sua turma. A história é ilustrada com desenhos coloridos, inclui resumos dos conceitos matemáticos, dicas e curiosidades sobre a matemática, num mini almanaque, e um encarte com atividades e desafios.
Aproveite!

domingo, 5 de abril de 2015

Uma proporção ecológica

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Autor: Luzia Faraco Ramos
Editora: Ática
Ano: 2002
Páginas: 78
Gênero: Paradidático- Infanto-Juvenil
Resenha por: Leila
Nota: ★★★ + 
Mari,Isabela, Lina, Roberto, Pedro e Gustavo participam da Semana Mundial do Meio Ambiente e vão para uma cidade do interior divulgar a importância da coleta seletiva de lixo. A cidade se contagia com o projeto, e todos querem participar. Ou melhor, quase todos! Pois há quem não goste da ideia e resolve sabotar o projeto. Mas será que vai conseguir? Uma proporção ecológica é um livro da série A descoberta da Matemática. Esta coleção desenvolve conteúdos matemáticos do 6º ao 9º anos em histórias para o leitor adolescente. 
Hoje, mais do que nunca, é preciso conversar e conscientizar os estudantes sobre uma necessária mudança de atitudes, devido aos problemas ambientais que enfrentamos e que foram causados por nosso consumo e exploração irresponsáveis.
"Uma proporção ecológica", trata desta questão ambiental. Aborda a separação dos resíduos domésticos, a que chamamos de "lixo", mas que podem ser destinados à coleta seletiva e serem reaproveitados, Esclarece sobre a economia de energia elétrica, água e recursos naturais que são poupados se os reciclamos. Informa sobre o cuidado e destino que devemos dar a lâmpadas fluorescentes, pilhas e baterias e aparelhos eletrônicos. Mostra o princípio ambientalista internacional dos 3 "Rs": Reduzir, Reutilizar e Reciclar". Tudo isto, em meio a descobertas sobre razão, proporção, regra de três e porcentagem.
Mas engana-se quem pensa que é um livro conteudista! "Uma proporção ecológica", fala sobre estudantes, que estão separados em duas equipes: uma de meninos e outra de meninas, que competem, pois cada equipe quer ser a melhor, que brigam, que se apaixonam e se envolvem com gente muito perigosa! Pois a reciclagem não é interessante para todos... 
Um ótimo livro para ser lido e trabalhado com sua turma. A história é ilustrada com desenhos coloridos, inclui resumos dos conceitos matemáticos, dicas e curiosidades sobre a matemática, num mini almanaque, e um encarte com atividades e desafios.
Aproveite!

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Vamos aprender - Palavras e Números

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Autora: Ciranda Cultural
Editora: Ciranda Cultural
Ano: 2010
Páginas:10
Gênero: Infanto-juvenil
Resenha por: Leila
Nota: ★★★★ +   

Quantas galinhas você consegue encontrar no galinheiro? Quantas vacas estão deitadas? Quel é o som que o galo faz pela manhã? Use sua lanterninha especial para ver quantos cavalos, tratores, patos, cenouras, pêssegos, cachorros, ovelhas e muito, muito mais, você consegue encontrar na agitada fazenda da família urso.


Achei este livro no primeiro dia que fui visitar a 41ª Feira do Livro da FURG, na praia do Cassino.
Ele é indicado para as crianças que estão aprendendo a contar.
As páginas que ficam à esquerda contêm pequenas histórias. Abaixo destas, encontramos palavras, com suas respectivas ilustrações e orientações que usarão os desenhos que ficam nas páginas à direita. As orientações são do tipo: “quantos pintinhos há no desenho?” ou “encontre três gatinhos”.
O “plus” deste livro é a “lanterninha”. É preciso introduzir a lanterninha no meio da folha para que fique mais claro e seja possível enxergar melhor a ilustração. As crianças adoram!
Este tipo de atividade é muito importante, pois estaremos trabalhando além da contagem, com um pequeno glossário (pois temos palavras e gravuras), a atenção e, na psicomotricidade, a “figura-fundo”, pois é necessário achar objetos numa gravura rica de detalhes.

O vídeo a seguir é para mostrar como funciona a lanterninha:
Muito legal, não é mesmo?

quarta-feira, 1 de abril de 2015

A revolta dos números

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Autor: Odette de Barros Mott
Editora: Paulinas
Ano: 2011
Páginas: 24
Gênero: Infanto-Juvenil/ Paradidático
Resenha por: Leila
Nota: ★★★ +  

Esta é uma brincadeira matemática sobre o valor posicional dos algarismos. Conta a divertida história de quando os números resolvem fazer o que bem entendem. E acabam criando a maior confusão...


Recomendaria este livro aos professores e professoras de estudantes pequenos, dos primeiros anos do Ensino Fundamental. Sua linguagem é bem simples e contém ilustrações para auxiliar seu entendimento.
Começa falando sobre Júlia, que está doente, e os números do caderno de Matemática, que estavam cansados de ficarem trancados numa gaveta, pois a menina não estava indo a escola, por estar debilitada.
Neste momento, os algarismos começam a conversar, falam de algumas de suas características, brincam, revoltam-se, descordam, brigam...
Então, a menina melhora e resolve pegar seu caderno para fazer suas tarefas. Encontra um problema, pensa, decide e começa a escrever as contas que precisa realizar. Mas os números, revoltados, tinham decidido trocar suas posições. A menina se assusta ao ver que tinha escrito de uma maneira, mas na hora que foi ler, os números estavam invertidos! Pensou que estava com febre e começava a delirar!
A mãe de Júlia entrou no seu quarto para ver como estava a menina e ficou preocupada com seu relato. Resolveu "ajudá-la", pegou o lápis e escreveu a conta. Quando foi ver, ficou atrapalhada! Não foi isto que tinha escrito! Pensou que, como Júlia, poderia estar com febre!
Resolvem tomar um leitinho com o medicamento, conversam, distraem-se antes de voltar para a tarefa.
Será que os números irão continuar revoltados, trocando de lugar e enlouquecendo Júlia e sua mãe? Como terminar a tarefa corretamente desta maneira? O que vocês pensam que vai acontecer?